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| Foto: Renato Alves |
Após apresentar-me e contar uma história, deixei que o público interagisse e fizesse perguntas. A menininha levantou o dedo e quis saber:
- Quero ser escritora como você quando eu crescer. Como faço?
Qualquer coisa que eu escrever aqui não descreverá a minha felicidade naquele instante. As palavras nem sempre servem para traduzir sentimentos, não é mesmo?
Cliquem aqui para quem quiser ler a matéria publicada pela Agência Brasília, da qual a Clara, uma das minhas gêmeas, é a estrelinha da foto!
P.S.: E como todos que participaram da promoção da postagem anterior não acertaram a resposta, o primeiro ou a primeira que comentar este post leva o livro. Ora, toda Menininha tem um nome, não é mesmo?



